CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA · PARNAÍBA-PI
Sou o Dr. Pérsio Malaquias, cirurgião geral. A videolaparoscopia permite operar dentro da barriga através de pequenas incisões. Aqui eu explico como ela funciona, quando é indicada e o que muda na sua recuperação.
ENTENDA
Em vez de um corte grande, a cirurgia é feita por pequenas incisões. Por uma delas entra uma câmera de alta definição, que mostra o interior da barriga ampliado em um monitor. Pelas outras entram pinças finas, com as quais eu opero guiado pela imagem.
Imagem ampliada e em alta definição, que mostra detalhes difíceis de ver a olho nu.
O gás carbônico cria espaço dentro da barriga para operar com precisão.
Instrumentos longos e finos, que entram por incisões de poucos milímetros.
Cirurgião, auxiliar e anestesista acompanham cada etapa pelo monitor.
SINAIS
Em alguns casos, por segurança, a cirurgia precisa ser convertida para a técnica aberta durante o procedimento. Isso não é falha: é uma decisão para proteger você, e eu explico essa possibilidade antes.
A TÉCNICA
Na cirurgia por vídeo, a câmera mostra cada estrutura ampliada, em alta definição. Isso me permite identificar vasos, nervos e órgãos com precisão antes de qualquer movimento.
Para você, o resultado costuma ser menos dor, cicatrizes menores e uma volta mais rápida à rotina. Para mim, é a forma de operar com o máximo de controle.
o tamanho habitual das incisões
imagem ampliada no monitor
à rotina, na maioria dos casos
Instrumentos finos, que entram por incisões de poucos milímetros.
CURIOSIDADE
Parte do gás usado para criar espaço na barriga pode ficar alguns dias embaixo do diafragma. Ele irrita um nervo que divide o caminho com a região do ombro, e o cérebro “sente” a dor lá em cima.
É um incômodo comum e passageiro, que costuma melhorar com caminhadas e com as medicações prescritas. Saber disso antes evita sustos.
AS VANTAGENS
Quando a técnica por vídeo é indicada para o seu caso, estes são os ganhos que ela costuma trazer.
01
Poucos milímetros no lugar de um corte grande.
02
Com menos trauma na parede da barriga, a dor costuma ser menor e mais fácil de controlar.
03
Detalhes vistos com precisão, em alta definição.
04
Marcas pequenas, que tendem a ficar pouco visíveis com o tempo.
05
Em muitos casos, no mesmo dia ou no dia seguinte.
06
Caminhada no mesmo dia e retorno gradual às atividades.
A técnica é definida de acordo com o seu caso. Nem toda cirurgia pode ou deve ser feita por vídeo.
PASSO A PASSO
Cada etapa é planejada e explicada antes do dia da cirurgia.
Avalio o seu caso e os exames e explico se a técnica por vídeo é indicada.
Exames pré-operatórios e orientações por escrito para o grande dia.
Anestesia geral, pequenas incisões e a câmera guiando cada movimento.
Em muitos casos, no mesmo dia ou no dia seguinte, com o plano de recuperação.
RECUPERAÇÃO
Você caminha e, assim que liberado, volta a se alimentar.
Rotina leve, cuidado simples com os curativos e volta gradual ao trabalho.
Voltam de forma progressiva, após a liberação na revisão.
O tempo de recuperação depende da cirurgia realizada. Você sai com um plano individual.
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PÓS-OPERATÓRIO
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DÚVIDAS
Sim. Na cirurgia por vídeo a anestesia é geral, conduzida pelo anestesista do início ao fim.
Não. Na robótica, o cirurgião comanda braços robóticos a partir de um console. Na videolaparoscopia, eu opero com as próprias mãos, guiado pela câmera.
Não. A indicação depende da doença, do seu histórico e de cirurgias anteriores. Isso é avaliado na consulta.
As incisões são pequenas e tendem a ficar discretas, mas toda cirurgia deixa alguma marca.
É o gás usado na cirurgia, que irrita o diafragma. É passageiro e melhora em poucos dias.
Depende da cirurgia. Em muitos casos, a alta é no mesmo dia ou no dia seguinte.
Envie uma mensagem. A primeira resposta chega em poucos minutos no horário comercial.

Transformar a vida de quem passa por mim, pelo cuidado, pela cirurgia e pelo ensino.
Dr. Pérsio Malaquias · Cirurgião geral · CRM-PI 7.355 · RQE 5.674 · Parnaíba-PI
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